51 anos do teste do módulo lunar da Apollo

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Durante a Guerra Fria, a NASA iniciou um programa (em portugês: Agência Espacial Norte Americana) de exploração espacial para competir com os soviéticos. O programa no fim, acabou por levar o homem à lua (ou não) ainda mais tarde no mesmo ano. Hoje, no dia 13 de março, completamos 21 anos do teste do módulo lunar do programa Apollo. O chamado Módulo Lunar era na verdade uma parte da nave que servia somente para a descida no solo lunar e regresso à nave.

Em Nova Iorque, uma fabricante de aviões para a marinha, a  “Grumman Aerospace Corporation” foi a encarregada de desenvolver o módulo. A ideia de desenvolver o módulo deu-se após a NASA estudar com cuidado o projeto e decidir que o encontro orbital lunar era a melhor saída para os astronautas alunissarem. Nesse procedimento a nave principal viaja junto com uma nave auxiliar (no caso o módulo lunar) que é descartado após o retorno do módulo à nave principal. Legal é salientar que essa técnica não foi desenvolvida pela NASA e sim é um conceito que foi feito por um engenheiro soviético Iuri Kondratyuk em 1919.

Um esquema de um encontro orbital lunar, ou rendez-vous lunar pelos americanos.

O módulo era composto de duas partes, uma parte para descida, e outra para subida.  A parte de descida, é a mais pesada. Em baixo, tinha que ter muitos tanques de combustível e uma estrutura bem rígida para suportar o peso do pouso fora os tanques de água e de oxigênio. O módulo de descida, mais o de subido formavam aquela nave estranha, que parecia uma aranha. Já o módulo de subida (ou de ascensão), é uma parte destacável com duas janelas triangulares inclinadas, que são usadas para visibilidade lateral e inferior, além de uma pequena janela na parte superior, usada para manobras de acoplamento com os módulos de comando e serviço. Na seção central encontra-se alojado o motor de subida, que deu o impulso para o módulo subir.

Esquema do módulo lunar separado em superior e inferior.

Engraçado é a quantidade de “lixo espacial” que essas missões deixavam pra trás, uma vez que peso é um fator crucial tanto na alunissagem quanto no retorno ao espaço.

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